BIBLIOTECAS QUE FUNCIONAM NOS FINS DE SEMANA

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A UFRJ divulgou uma listagem bem interessante de bibliotecas com wi-fi (alguns com computadores) para os alunos que precisam de um lugar para estudar nos fins de semana (sábado e domingo) ou não tem acesso a um computador e/ou internet em casa. Biblioteca é bom pra vista:

  • Biblioteca Municipal Machado de Assis – Botafogo
    Serviços de acesso à internet, com agendamento prévio, e wi-fi gratuitos.
    Segunda a sexta, das 9h às 17h
    Primeiro e último sábados do mês, das 10h às 16h
  • Biblioteca Nacional – Centro
    É preciso pedir a senha para os funcionários dos salões de leitura.
    Segunda a sexta, das 9h às 19h
    Sábados, das 10h30 às 15h
  • Botafogo Praia Shopping
    Fazer cadastro na rede wi-fi do local para navegar por até 4 horas por dia, de qualquer lugar do shopping. Também há o Espaço Coworking no 3º piso.
    De segunda a sábado, das 10h às 22h
    Domingos e feriados, das 14h às 21h
  • Caixa Cultural (Unidade Almirante Barroso) – Centro
    Wi-fi no café.
    De terça-feira a domingo, das 10h às 21h
  • Casa França-Brasil – Centro
    Wi-fi na sala de leitura.
    De terça a domingo, das 10h às 20h
  • CCBB – Centro
    De quarta a segunda, das 9h às 21h
  • Centro Cultural da Justiça Federal – Centro
    Tem wi-fi na sala de leitura (no 1º andar) e na biblioteca (no 3º andar). O wi-fi na sala de leitura é melhor.
    De terça a domingo, das 12h às 19h
  • Cidade das Artes – Barra da Tijuca
    A sala de leitura tem computadores e rede wi-fi.
    De terça a sexta, de 10h às 18h
    Sábado e domingo, de 12h às 18h
  • Imperator – Méier
    Oficialmente, o wi-fi funciona na área interna do teatro e no hall/foyer, mas dizem que tem bom sinal no terraço também.
    Segunda a sábado: 13h às 22h
    Domingo: 10h às 22h
  • Instituto Goethe – Centro
    Terça à quinta, de 11h às 13h e 15h30 às 19h30
    Sexta, de 11h às 13h e 15h às 18h
    Sábado, de 10h às 13h
  • Nave do Conhecimento
    Computadores + wi-fi.
    Unidade Madureira
    Terça à sábado, de 09h às 21h
    Domingo, de 09h30 às 16h30
    Unidades Irajá, Padre Miguel, Penha, Santa Cruz e Vila Aliança
    Segundo à sexta, de 09h às 21h
    Sábado, de 09h30 ás 16h30
  • Sesc
    Sala “Internet Livre”, com computadores e instrutores.
    Unidade Campos
    Terça a sexta, 12h às 21h
    Sábados e domingos, 9h às 18h
    Unidade Madureira
    Terça a sexta, das 9h às 20h
    Sábados, das 9h às 17h
    Sesc Nova Iguaçu
    Terça a sábado, das 8 às 17h
    Unidade Ramos
    Ligar para (21) 4020-2101 para se informar sobre os dias e horários
    Unidade Tijuca
    Telefone (21) 3238-2156
    Terça a sexta, de 12h às 20h30
    Sábados, de 9:30h às 17:30h
  • Village Mall – Barra da Tijuca
    Tem o wi-fi do shopping e o da Apple Store. Dizem que a conexão do shopping é muito boa.
    Segunda a sábado: 12h às 23h
    Domingos e feriados: 12h às 22h30
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TEM GUIMARÃES ROSA NA USP

guimaraesrosa

Guimarães Rosa é sempre bom pra vista. A USP tem um banco de dados sobre e com a obra do autor, organizado pela Profa. Dra. Sandra Guardini Teixeira Vasconcelos, Docente do Departamento de Letras Modernas da FFLCH/USP e Curadora do Arquivo João Guimarães Rosa do IEB/USP.

Mais de uma vez já se buscou sistematizar a bibliografia ativa e passiva rosiana, sempre no formato impresso. Meritórios e, até os dias de hoje, extremamente úteis, esses empreendimentos padecem de limitações incontornáveis, em especial a desatualização rápida, e os embaraços para a localização e filtragem mais eficiente e menos onerosa de grupos de textos, quando os critérios de seleção têm um grau maior de sofisticação ou sutileza. As ferramentas informatizadas da nossa época prometem superar esses empecilhos, ao facultar a possibilidade de atualização diária e ilimitada do conjunto dos registros bibliográficos e a implementação de diferentes formas de recuperação e ordenamento das informações. De qualquer maneira, um banco de dados nesses termos, tal como o estamos propondo, deve reconhecer a sua dívida para com os levantamentos anteriores, assim como para com as diversas listagens bibliográficas inclusas em livros e trabalhos acadêmicos publicados nas últimas décadas e que nos serviram de apoio (os quais no entanto, não seremos capazes de citar apropriadamente).

Em virtude da abundância de estudos que tematizam Guimarães Rosa, foi impossível, até o momento, conduzir uma compilação sistemática de todo esse material. Por essa razão, O banco de dados se ressente  ainda de diversas lacunas e omissões, resultantes, sobretudo, das dificuldades de tomar conhecimento de trabalhos menos citados e da limitação de recursos para a devida investigação e operações de cadastro. Em consequência disso, o volume de referências bibliográficas estará sempre em permanente crescimento, até porque, diariamente, novos textos sobre o autor continuam sendo redigidos e divulgados. Ainda que parcial, a bibliografia até então acumulada, em função de sua representatividade e das conveniências que a sua apresentação online tem a capacidade de proporcionar, não pode permanecer escondida da enorme comunidade de pesquisadores de Guimarães Rosa ou nele interessados.

Mais informações na página do Banco de Dados Bibliográfico de João Guimarães Rosa e através do e-mail bibliografiagrosa@usp.br.

 

LIVROS RAROS GRÁTIS

MINDILIN

Os livros raros do acervo da Brasiliana já estão no ar: são 3 mil novos livros, da coleção do casal Guita e José Mindlin, à disposição dos leitores. As obras podem ser acessadas pelo celular ou tablet a qualquer hora e lugar, gratuitamente, por estudantes, pesquisadores e interessados de todo o mundo. E o mais importante: as obras já estão disponíveis para download.

Folhear de um dispositivo móvel as páginas amarelecidas da obra editada no século 16 de Hans Staden – viajante alemão que esteve no Brasil por duas vezes combatendo nas capitanias de Pernambuco e de São Vicente – é uma aventura que, até há pouco tempo, era inimaginável. Pois bem. Esse livro e outras 2.999 obras que José Mindlin colecionou dos 15 aos 95 anos de idade podem ser apreciados graças à nova plataforma criada pela Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin da USP.

A biblioteca possui em seu acervo bibliográfico cerca de 60 mil volumes doados por José Mindlin. Dentre estes, muitos já estão em domínio público e poderão ser digitalizados. As primeiras digitalizações do acervo foram iniciadas em 2008. Hoje são mais de 3 mil obras, que incluem livros, folhetos, periódicos, manuscritos, mapas e imagens, entre outros.

Para consultar todo o acervo visitar a página da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin.

CANTAR UMA CANTIGA DO SÉCULO XVI

Capela-Ultramarina

Literatura é bom pra visa disponibliza o CD da Capela Ultramarina. O álbum “A Cantar uma Cantiga”, que foi um dos projetos contemplados pelo ProAC-Editais, do Governo do Estado de São Paulo, pode ser ouvido acessando-se o link ao fim do texto.

Nesse álbum aborda-se um repertório de cantigas e vilancetes do século XVI, todos escritos sobre textos em português, provenientes do manuscrito conhecido como Cancioneiro de Paris.

A Capela Ultramarina surgiu em 2000, por ocasião das comemorações pelos 500 anos do descobrimento do Brasil. Seu objetivo é buscar nossas raízes a partir da música feita na península ibérica e, especialmente em Portugal no período das grandes navegações. Observar os ecos desta música em nossas tradições, assim como identificar os pontos de contato musicais que ainda unem estes dois povos separados pelo Atlântico, também é uma das metas do grupo. Desde então, a Capela Ultramarina vem buscando mostrar em seus concertos a importância da língua portuguesa cantada como elemento preponderante na formação de uma identidade cultural brasileira.

Dirigida por Fábio Vianna Peres, a Capela Ultramarina reúne em seus concertos cantores e instrumentistas com ampla experiência no campo da interpretação histórica da música do passado.

“A Cantar uma Cantiga”, Concerto e CD

Com “A Cantar uma Cantiga” a Capela Ultramarina propõe uma reflexão sobre a formação da identidade cultural brasileira a partir de um de seus traços mais marcantes: o idioma. Esse trabalho condensa quase vinte anos de pesquisas e atuação do grupo e selecionou entre as obras do cancioneiro de origem portuguesa do século XVI conhecido como “Cancioneiro de Paris” (CMBP) apenas peças escritas em língua portuguesa. O trabalho de preparação do repertório envolveu edições feitas especialmente para o grupo a partir do fac-símile do manuscrito original, reconstrução de algumas obras e criação dos arranjos. Foi feito também um trabalho de pesquisa que possibilitou a localização de outras fontes para os textos poéticos da músicas nas obras de nomes como Cristovão Falcão (1512-1557) e Luis de Camões (1524-1580). Esse repertório de grande simplicidade e beleza é trazido ao público na formação de três vozes acompanhadas por violas de mão, de quatro e cinco ordens, viola da gamba e flautas, recriando um ambiente intimista que remete a uma prática musical privada, sugerida pela característica dos cancioneiros de mão de serem obras para uso pessoal.

Mais informações: https://capelaultramarina.com/cd/

SUBMISSÃO DE ARTIGOS SOBRE DITADURA

ditadura revista

Ditaduras e seus espaços de repressão

A ditadura é marca presente ao longo de toda a história humana. Caracterizada por ser um regime governamental no qual todos os poderes do Estado estão centralizados na figura de um indivíduo ou grupo, bem como pela supressão das liberdades individuais. Por necessidade de sobrevivência, tal modelo político tem a exigência de suprimir tudo o que considere uma possível ameaça a sua existência, por isso sua força coercitiva incide diretamente nos mais diversos aspectos espaciais da sociedade.

Escopo da Revista Espacialidades, a relação entre História e Espaços compõe um dos variados campos de inquirição da práxis histórica, destarte, o presente dossiê tem por objetivo suscitar as discussões acerca das ditaduras e seus reflexos na constituição do que tratamos como “espaços de repressão”. Em suma, pretendemos redescobrir a história das ditaduras para além de suas conjunturas temporais, mas, também, percebendo suas conjunturas espaciais e, por conseguinte, as repercussões na realidade, logo, na história.

Assim, serão recepcionadas as pesquisas que desenvolvam abordagens sobre a ditadura e suas relações, dilemas, representação e imaginário com os diferentes âmbitos espaciais, especialmente, os espaços de repressão.

Serão aceitas também contribuições em forma de resenha, entrevista, fontes, traduções e resumos de teses e dissertações, além de artigos com temáticas diversas para compor a sessão livre do Volume 15, nº 1 da Revista.

A data final para submissão é 27 de junho de 2019. Lembramos que as contribuições devem ser enviados para o email espacialidades@gmail.com e estar nas normas da revista, presentes no site http://periodicos.ufrn.br/espacialidades.

Para maiores informações, entrar em contato pelo e-mail ou enviar mensagem para a página do Facebook: facebook.com/espacialidades.revista/.

PETIÇÃO PARA MANTER A LÍNGUA PORTUGUESA NA FRANÇA

portugues

 

Vamos assinar a petição?

A associação ADEPBA – Association pour le Développement des Études Portugaises, Brésiliennes, d’Afrique et d’Asie lusophones – lançou uma petição em defesa do ensino de Língua Portuguesa na França, tendo em vista a discussão em torno da reforma do Baccalauréat (exame de admissão à universidade), que exclui as línguas ditas “raras”, entre as quais o português, das provas de especialidade, que vão incluir apenas o inglês, o alemão, o espanhol, o italiano e as línguas regionais. Com a reforma proposta, o ensino de português corre o risco de desaparecer nos liceus, e isso logo afetará também as universidades. A petição « Défendons l’enseignement de la Langue Portugaise », destinada ao Ministro da Educação Nacional francês Jean-Michel Blanquer, reivindica a valorização da escolha dos alunos e a manutenção do ensino de português na França. Para assinar a petição, deve-se aceder ao site: http://www.petitionpublique.fr/?pi=P2019N50279 (em francês).

Este Blog é pra quem gosta de ler, escrever, refletir e conversar sobre jornalismo, literatura e demais culturas.